Guilherme Boulos (PSol), ministro-chefe licenciado da Secretaria-Geral da Presidência da República, se pronunciou nas redes sociais sobre a morte do tio, atropelado na Avenida 23 de Maio, região central de São Paulo, na segunda-feira (5/10). O político disse que seu parente foi “vítima de uma violência humanamente inexplicável”. Leia também São PauloHomem finge ser policial civil e rouba viatura dentro de delegacia São PauloInternet teoriza sobre suposto serial killer de SP após série de homicídios São PauloRelatora da Aneel sugere caducidade da Enel em SP, mas diretor pede vista São PauloCâmera registrou início da briga que causou morte de estudante por bombeiro “Meu tio Carlos era uma das pessoas mais generosas com quem convivi. Uma alma única. É desolador o que ocorreu. Partiu vítima de uma violência humanamente inexplicável. Vá em paz, meu velho! Te amamos muito!”, escreveu Boulos nas redes sociais. Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Guilherme Boulos (@guilhermeboulos.oficial)Indiciado, motorista que matou tio de Boulos não pode ser presoO motorista que atropelou o cirurgião-dentista Carlos Boulos, tio de Guilherme Boulos, não pode ser preso nesta terça-feira (6/10), mesmo sendo indiciado por homicídio doloso. Ele prestou depoimento à Polícia Civil, mas segue em liberdade. Isso porque se apresentou espontaneamente, após o período de flagrante. Além disso, as autoridades seguiram o que está previsto no artigo 236 do Código Eleitoral: nenhum eleitor pode ser preso cinco dias antes e até 48 horas depois do encerramento da eleição, salvo em flagrante, por desrespeito ao salvo-conduto e em virtude de sentença condenatória.Com isso, o indiciado só pode ser detido a partir das 17h desta terça-feira (6/10). Apesar de não poder ser preso, o motorista foi encaminhado à Polícia Civil, onde prestou depoimento.AtropelamentoCarlos Boulos e o motorista de outro veículo se desentenderam após uma batida no trânsito, na noite de sábado. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o idoso teria descido de sua caminhonete para conversar com o outro motorista, quando foi atropelado.O suspeito fugiu em alta velocidade após o crime, e Boulos precisou ser levado ao hospital. Imagens da ocorrência permitiram a identificação das placas do veículo. O irmão do cirurgião-dentista, e pai de Guilherme, Marcos Boulos, compareceu ao 14º Distrito Policial (DP) para comunicar o óbito à Polícia Civil. Com a morte, o caso, que era tratado como tentativa de homicídio, teve natureza alterada para homicídio consumado.







