Apolo é um filme documentário longa-metragem brasileiro de 2025, dirigido por Isis Broken, e Tainá Müller estrelando o casal trans Ísis Broken e Lourenzo Duvale. Com o roteiro escrito pelo casal e por Tatiana Lohmann e Tainá Müller, o documentário registra a gestação do primeiro filho do casal, chamado Apolo, e o percurso do pré-natal no sistema público de saúde brasileiro. O filme ganhou prêmio de Melhor Longa-Metragem Documentário no 27o Festival do Rio, realizado em 2025.

Sinopse O casal trans Lourenzo Duvale e Ísis Broken concebeu naturalmente um filho durante a pandemia de COVID-19, e foi em busca de realizar o pré-natal de seu filho, Apolo, no sistema único de saúde. O filme retrata o cotidiano da gestação dentro e fora de casa, e os preconceitos e empecilhos que a família encontrou pelo caminho de trazer ao mundo uma nova vida, "no país que mais mata pessoas trans no mundo".O ponto de partida do filme é a busca de Lourenzo e Isis por um atendimento obstétrico que os respeite enquanto pessoas trans. É Lourenzo que gesta o bebê, e ele é impedido de realizar uma consulta com um ginecologista em uma unidade de saúde na rede pública de Aracaju, onde mora com a família de Isis. A justificativa é de que o sistema de cadastro não permite que um homem seja atendido em uma consulta pré-natal.

Prêmio 2025 - 27o Festival do Rio, na categoria de Melhor Longa-Metragem Documentário Segundo uma das diretoras,

Ficha técnica As pessoas envolvidas no filme foram:

Direção: Tainá Müller e Ísis Broken Roteiro: Tainá Müller, Tatiana Lohmann, Ísis Broken e Lourenzo Duvale Empresa Produtora: CAPURI Produção: Bianca Villar, Eduardo Rezende, Fernando Fraiha, Henrique Sauer, Karen Castanho, Tainá Müller, Thiago Mascarenhas Empresa Coprodutora: Biônica Filmes, Puro Corazón Fotografia: Nico Mascarenhas Montagem: Tatiana Lohmann Edição de Som: Miriam Biderman, ABC Direção de Som: Ricardo Reis, ABC Música: Plínio Profeta Contato: Biônica Filmes

Referências