Uma equipe internacional de biólogos se reuniu para identificar várias espécies coletadas durante uma expedição realizada no ano passado na costa da Argentina. Ao todo, foram encontradas 57 novas espécies e cinco novos gêneros.Entre os achados estava um “sósia” de Patrick Estrela, o famoso personagem do desenho Bob Esponja. A estrela não era uma nova espécie, mas chamou a atenção por suas características físicas. Leia também É o bicho!Animais em casa: biólogo ensina a diferenciar espécies inofensivas CiênciaAlgumas espécies de árvores podem piorar a qualidade do ar, diz estudo CiênciaCrustáceos sem olhos encontrados no Japão são novas espécies BrasilLitoral do Rio pode ter novo berçário para três espécies de tubarão 3 imagensFechar modal.1 de 3Imagem mostra nova espécie de pena-do-mar do gênero Pseudumbellula ROV SuBastian/ROV SuBastian/Schmidt Ocean Institute2 de 3Imagem mostra uma nova espécie de pepino-do-mar apelidade de "Loki"ROV SuBastian/ROV SuBastian/Schmidt Ocean Institute3 de 3Imagem mostra nova espécie de pepino-do-mar do gênero Benthothuria ROV SuBastian/ROV SuBastian/Schmidt Ocean InstituteOs pesquisadores trabalharam durante duas semanas em um workshop realizado na Universidade Maimónides, em Buenos Aires, Argentina.A expedição, realizada em agosto de 2025, foi feita pelo Instituto Oceanográfico Schmidt, dos Estados Unidos. As espécies foram coletadas com o auxílio de um veículo operado remotamente (ROV, na sigla em inglês), e a maioria dos espécimes foi recolhida no Cânion de Mar del Plata, uma fenda submarina argentina.Do total de novas espécies, foram identificados:22 equinodermos (pepinos-do-mar e crinoides);20 copépodes (um grupo de crustáceos);14 cnidários, incluindo octocorais, penas-do-mar e corais pétreos;um molusco.Os novos gêneros foram identificados entre corais, pepinos-do-mar e crustáceos. Segundo os cientistas, ainda há pouca compreensão dos ecossistemas marinhos no fundo do mar.“Ao identificar novas espécies, os cientistas ampliaram nossa compreensão da vida marinha do Atlântico Sul e, por meio do Censo Oceânico, garantiram que esses dados sejam acessíveis globalmente”, aponta a oceanógrafa Jyotika Virmani, diretora do Instituto Oceanográfico Schmidt, em comunicado.











