Em resposta ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a Meta, big tech responsável por plataformas como Instagram e WhatsApp, voltou a negar favorecimento à campanha de Flávio Bolsonaro e afirmou que adotou e reforçou diversas medidas práticas para garantir o tratamento isonômico e igualitário entre os candidatos.Nesta segunda, o ministro do TSE Marco Aurélio Bellizze deu um prazo de 24h para a Meta provar que está cumprindo as decisões da Corte sobre neutralidade e transparência, sem favorecer as campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ou Flávio Bolsonaro (PL), por meio de sua inteligência artificial.Entre as medidas reforçadas citadas na petição estão:Segundo o documento, a empresa de tecnologia diz ter cumprido todas as determinações e solicitou o afastamento da multa diária pela “absoluta boa-fé e cumprimento demonstrado”. A defesa solicita, ainda, o agendamento de uma reunião com o gabinete do ministro para esclarecer o formato dos relatórios e aspectos técnicos. A auditoria realizada pela Meta analisou as 1.204 publicações indicadas no processo. Elas são referentes à determinação de verificação da rotulagem de inteligência artificial. O resultado da análise foi:Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp




