Uma nova tendência de relacionamento está ganhando espaço nos Estados Unidos. É o chamado “divórcio alimentar”, que consiste em casais que vivem na mesma casa, mas optam por fazer as refeições separadamente como uma forma de preservar o relacionamento. Leia também Entorno e GoiásHomem deve pagar festa e indenizar noiva por divórcio dias após casamento Vida & EstiloQuiet divorcing: expert revela sinal que costuma anteceder o divórcio Vida & EstiloAlém de Eliana: mais famosas que passaram pelo “divórcio do sono” “Um ‘divórcio alimentar’ acontece quando duas pessoas que moram juntas param de planejar, cozinhar e comer juntas. Cada uma cuida das suas próprias refeições, no seu próprio ritmo”, disse a terapeuta de relacionamentos Erin Pash, ao New York Post.Para alguns casais, a ideia de compartilhar uma refeição pode levar a um término de relacionamento. Isso porque questões como planejamento e divisão da louça podem gerar muito estresse a uma relação.6 imagensFechar modal.1 de 6Estar em um relacionamento saudável envolve uma troca de confiançaGetty Images2 de 6Atualmente, existem diversos tipos de relações, monogâmicas ou nãoGetty Images3 de 6Cada vez mais pessoas se sentem confortáveis para explorar novos tipos de relacionamentoGetty Images4 de 6Entretanto, a geração Z parece ainda ser majoritariamente monogâmicaGetty Images5 de 6Pesquisas mostram que dormir com a parceria pode melhorar o sono e o bom humorGetty Images6 de 6Boletos e trabalho acabam com o tesão do brasileiro, segundo pesquisaGetty ImagesDe acordo com a terapeuta, embora as “sementes tivessem sido plantadas anteriormente”, a pandemia da Covid-19 influenciou a tendência. “Os casais estavam em casa para todas as refeições e perceberam o quanto o fato de três refeições compartilhadas por dia criavam atritos.”Estudos, inclusive, já apontaram que o peso do planejamento das refeições recai desproporcionalmente sobre um dos parceiros, transformando o momento em um terreno fértil para discussões e brigas.Como aderir ao “divórcio alimentar”Para aderir ao período de refeições separadas, Pash recomenda substituir o momento à mesa por um encontro diário obrigatório, que pode ser uma caminhada ou uma conversa após as crianças dormirem, por exemplo.A especialista também aconselha que o casal mantenha pelo menos uma refeição conjunta por semana, sem exceções.














